Onde foi que você escondeu aquela pedra brilhante, bem verdinha, que carregava pendurada no pescoço? Fui tatear no alto da estante, perto da máquina de escrever que seu pai te deu quando seu primeiro filho nasceu. E olha, achei umas chaves antigas guardadas lá. Pareciam de cadeado. Será que eram aquelas chaves da corrente da bicicleta? Houve uma tarde de domingo que gastamos procurando-a, você se lembra? Por fim, foi preciso quebrar os elos da corrente, não teve jeito. E hoje eu encontrei essa chavezinha aqui, mas nem a bicicleta existe mais, e ainda tenho vontade de girar, mãos no guidão.

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